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06/11/2017 - 15h 09min
Saúde

Câncer de próstata deve matar 13 mil somente este ano; urologista orienta como fugir dessa estatística

Urologista Mário Ronalsa (Fotos: Assessoria)
Por Theodomiro Jr. - ASCOM Santa Casa de Maceió

A Campanha Novembro Azul, de alerta ao câncer de próstata, traz um número que deve motivar homens com mais de 50 anos a fazer os exames de prevenção.

Imagine um estádio de futebol, como o Trapichão, quase lotado, com 13 mil torcedores. Depois, considere que esse é o número de homens que morrem no Brasil todos os anos por causa do câncer de próstata.

Se contarmos essas mortes olhando para o relógio, chegamos a um óbito a cada 40 minutos no País. E por que? Por que muitos homens não procuram seu médico e evitam os exames de prevenção, que incluem o exame digital da próstata e a coleta sanguínea para análise do PSA (enzima utilizada no diagnóstico, monitorização e controle da evolução do câncer de próstata).

Os números do Instituto Nacional do Câncer (Inca) e da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) foram confirmados pelo médico urologista Mário Ronalsa, presidente da secional alagoana da SBU.

“Somente em 2017 são esperados 61.200 casos novos, o que representa um a cada 7 minutos”, disse Mário Ronalsa, alertando os homens para não fazerem parte desta temerosa estatística.

Mas, há boas novas no horizonte. Mário Ronalsa confirma que apesar da resistência de alguns homens, o tabu em torno do toque retal e do checkup periódico masculino tem diminuído devido a uma maior conscientização da população.

“Dois exames precisam ser realizados de maneira concomitante após os 50 anos ou, antes disso, aos 45 anos, se houver parentes de primeiro grau (pai,irmão) com a doença: o exame do toque e o de sangue para medir o PSA. Esses dois exames, quando associados e realizados por um profissional experiente, garantem um diagnóstico preciso da doença”, resumiu o urologista.


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