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01/10/2017 - 17h 35min
Política

Bancada federal de AL caminha dividida para análise da 2ª denúncia contra Temer

Temer é acusado de organização criminosa e obstrução de Justiça (Fotos: Reprodução Google)
Por Jonathas Maresia | Portal Gazetaweb.com

Dos nove deputados, três devem votar a favor do presidente, outros três são contrários e dois não revelam posição diante das acusações

a primeira denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) analisada pela Câmara, a bancada federal de Alagoas assegurou quatro votos ao peemedebista, garantindo assim a permanência dele no Palácio do Planalto. Já na segunda denúncia, que deve ser analisada no final do outubro, os deputados federais podem aumentar o placar, chegando até a cinco votos. Ronaldo Lessa (PDT), JHC (PSB), Carimbão (PHS) e Paulão (PT) prometem votar a favor do recebimento da denúncia. Já Pedro Vilela (PSDB) e Cícero Almeida (PMDB) não revelaram suas posições. A bancada tucana na Câmara vive um racha diante da possibilidade de o partido apoiar Temer mais uma vez. Arthur Lira (PP), Marx Beltrão (PMDB) e Maurício Quintella (PR) devem engrossar o coro dos parlamentares que podem ajudar o presidente. Michel Temer é acusado de organização criminosa e obstrução de Justiça, pelo ex-procurador Rodrigo Janot.

Na primeira votação, Vilela não compareceu ao plenário por questões de ordem pessoal, segundo ele. O tucano diz que, hoje, não tem uma posição sobre o tema, mas promete tomar o quanto antes ao analisar o teor da denúncia. Por sua vez, Cícero Almeida garante também que não tem posição e que, à oportunidade, votou a favor para sair sem problemas do PMDB. Para o coordenador da bancada federal de Alagoas, deputado Ronaldo Lessa, o presidente não terá "vida fácil como teve na análise da primeira denúncia". O pedetista aponta que, entre os motivos que o levam a crer nessa possibilidade, destacam-se a gravidade das denúncias imputadas pela Procuradoria Geral da República (PGR), bem como a reação das bancadas pela venda das estatais a "preço de banana para empresários estrangeiros".

"Eu defendo que a bancada federal de Alagoas se una contra Temer por tudo que vem acontecendo no Brasil, sobretudo pela venda das estatais e, aqui, a nossa Eletrobras. Isso não existe. Além de votar contra o presidente pelo teor da denúncia apresentada pelo PGR, voto também porque o país está sendo destruído, acabado por esse grupo que, atualmente, diz governar a nação. Eles estão prejudicando o povo, vendendo a preço de banana o que temos de melhor. É preciso reagir o quanto antes. A bancada federal de nosso estado precisa fazer essa leitura e buscar uma solução. Vender como estão querendo e já fizeram em outros estados, não é caminho. Voto contra Michel Temer. Se o povo for para rua protestar, esse governo cai. Tenham certeza disso", frisou Ronaldo Lessa.

Com um rombo nas contas públicas e com os cofres zerados, Michel Temer procura, diariamente, um caminho por parte do Ministério do Planejamento em busca de recursos para trocar por votos na Câmara Federal. Segundo Cícero Almeida, ele não faz parte deste grupo de parlamentares que se vende por cargos e emendas. "Eu estou livre para tomar qualquer decisão. Não sou ligado a ninguém", resumiu Almeida. Segundo Pedro Vilela, a liderança do PSDB liberou para que os deputados votem de acordo com a consciência de cada um. "Agora é comigo. Essa será uma decisão minha, particular. Ainda estou analisando o desenrolar dos fatos na Câmara e, também, na Comissão de Constituição e Justiça", frisou Vilela.

Caso Almeida e Pedro Vilela votem contra Temer, a bancada federal de Alagoas poderá ofertar até seis votos a favor da denúncia. Em tese, estes são os únicos votos alagoanos que podem mudar de lado neste processo em comparação com a postura adotada na primeira denúncia. Nas contas realizadas pelo Palácio do Planalto e divulgadas pela imprensa nacional, os votos deles (Almeida e Vilela) são considerados dúvidas. Os interlocutores do presidente trabalham para garantir o maior número de votos favoráveis ao peemedebista, livrando, assim, o presidente. Com a notificação desta quarta, a defesa de Temer terá o prazo de até 10 sessões do plenário da Câmara para se manifestar. Depois, será aberto prazo para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) debater e votar um parecer recomendando o prosseguimento da denúncia ou a rejeição.

Independentemente do resultado na CCJ, o parecer será votado pelo plenário da Câmara. O relatório será submetido a votação nominal e cada um dos deputados terá de anunciar o voto no microfone. Para a denúncia ser autorizada e enviada ao Supremo, é preciso o apoio mínimo de 342 dos 513 deputados. Na análise da primeira denúncia, por corrupção passiva, a Câmara rejeitou, por 263 votos a 227, a continuidade do processo no Supremo Tribunal Federal (STF). Dessa forma, esse processo só poderá ser retomado após o término do mandato do presidente.

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