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06/01/2017 - 16h 30min
Política

Após ouvir AMA Jornal Extra revela: Palmeira é a cidade em pior situação financeira de Alagoas

(Fotos: Reprodução Google)
Por Assessoria

Valor total da dívida é alarmante e pode superar os R$ 50 milhões

Prefeitura quebrada - A edição desta semana do jornal Extra traz uma reportagem assinada pelo jornalista Odilon Rios, que revela um dado assustador envolvendo a Palmeira dos Índios. A reportagem aborda a dívida milionária que a gestão de James Ribeiro deixou como herança. A situação mostrada é crítica e pode levar Palmeira dos Índios a declarar estado de calamidade financeira. Até o momento apenas o primeiro escalão e serviços essenciais (limpeza e saúde) tiveram contratações autorizadas pelo novo governo.

De todas as cidades do estado, segundo apontou a Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Palmeira enfrenta uma crise financeira muito grave. Isso sem contabilizar o atraso com a com a folha de pagamento de servidores, 13º salário, débito com fornecedores, restos a pagar, atraso de repasses na UPA, Hemodiálise, precatórios e repasses de novembro e dezembro ao Hospital Regional Santa Rita. Tudo isso pode acumular uma dívida superior a R$ 50 milhões.

Ao assumir o mandato, o prefeito, Júlio Cezar encontrou a prefeitura afundada em dívidas, além do caos instalado na rede pública de Saúde: o serviço de Hemodiálise está parado por causa de uma conta não paga pelo município de um milhão e meio de reais; Unidade de Pronto Atendimento (UPA) fechada por causa de uma dívida que ultrapassa os R$ 3 milhões; quatro (das 22) Unidades Básicas de Saúde com atendimento suspenso à população devido ao corte de energia elétrica e de água, e falta de pagamento de aluguel aos donos dos imóveis onde os postos funcionam, além da total escassez de medicamentos. E para agravar ainda mais a situação, diz a reportagem, o Hospital quase fecha suas portas e é obrigado a cobrar para atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) que não sejam encaminhados pela UPA.

Depois de muito diálogo com a administração da UPA, os serviços foram reofertados à população. ?A gente não podia deixar a população sem atendimento médico. Dei a minha palavra de que acertaríamos algumas parcelas da dívida com a UPA e em menos de 12 horas a Unidade foi reaberta. Mas vamos fazer um encontro de contas para verificar o que podemos pagar. O município, hoje, paga mais do que a contrapartida do governo federal e isso se torna inviável. O governador Rena Filho já garantiu que vai nos ajudar nisso. A população não pode mais ser penalizada?, disse o prefeito Júlio.

Outra situação que também preocupa o prefeito Júlio é um débito de R$ 24 milhões que o município tem com o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). E os problemas não param por aí. Uma crise hídrica está instalada na cidade.

Jornal também relatou crise hídrica - A Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal) deixou de abastecer a zona rural de Palmeira porque a barragem da Carangueja, que abastece 70% de todo o município, opera em volume morto. ?O abastecimento está sendo feito com carros-pipa. A saída seria transpor as águas da barragem da Caçamba para a Carangueja, para amenizar a situação. Mas não sabemos quando isso poderá ser realizado porque o investimento é alto. Precisam os de ajuda do governo federal e de outros setores para um engajamento total nessa luta. As pessoas precisam de dignidade. Serviços como Saúde, Educação e água, o mínimo que a população precisa, não podem parar?, completou o prefeito.

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