PARA DEUS TUDO É POSSÍVEL- Santana do Ipanema - sábado, 22 de julho de 2017

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11/08/2015 - 10h 58min
Opinião

As máquinas de FORA e os bichos na casa do PAI em Santana anos 1950

(Fotos: João Tertuliano)
POR João Tertuliano–DOMINGO 09ago15 dia dos PAIS

* Siempre que te pregunto/ Que, cuándo, cómo y dónde/ Tú siempre me respondes\\- Quizás, Quizás, Quizás.
* Y así pasan los días/ Y yo, desesperado/ Y tú, tú contestando\\- Perhaps, perhaps, perhaps [Joe Davis]
* Estás perdiendo el tiempo/ Pensando, pensando,/ Por lo que más tú quieras\\- ¿Hasta cuándo? ¿Hasta cuándo?
[ Quizás, Quizás, Quizás ] DE O Farres (1947) n\'álbum \'COLE Español\' em 1958 COM Nat King Cole
_ www.vagalume.com.br/nat-king-cole/quizas-quizas-quizas.html


O moderno fogão a CARVÃO na cozinha nos anos 1950 mal havia substituído o fogo de LENHA d\'antes da 2a Doidice MUNDIAL operando no quintal próximo, mais distante ficava o quartinho das necessidades, daí os PENICOS debaixo de cada cama. Aí veio o quatro bocas COSMOPOLITA a gás pelas mãos do tio da Casa VITÓRIA - hoje FERRAGEIRO -, vizinho à farmácia que continua VERA CRUZ. Grandes MARCAS!

De FORA viera a geladeira a pavio DELICADO de querosene, e depois a LAMBRETTA azul num caixão enorme. A energia ELÉTRICA de Paulo Afonso chegaria a SANTANA em 1963. À epoca, rádios e gravadores de fita em rolo e cassete alimentados por pilhas vinham de São Paulo. Antes, desde o entre-guerras 1918-39, o contrato leonino da Empresa de Força e LUZ garantia bom atendimento e péssimos serviços extraídos do gerador a DIESEL. Reserva de mercado britânica, ESTULTÍCIE.

Num certo DOMINGO dos anos 1960 íamos até Belo MONTE na perua da família. A meio caminho, depois de BATALHA, as rodas perderam o chão nas areias do riacho afluente do \'PANEMA a jusante. Solícitos, os moradores da casa à margem do córrego - conhecidos do pai - nos trouxeram água fresca do pote e ofereceram um mensageiro pra buscar o jipe WILLYS capaz de rebocar a VEMAGUETE. Demorou, e nos serviram feijão e arroz com ovo e farinha bem temperados na cebola. DELÍCIA.

Em SANTANA, as verduras vinham da feira até a frieza do pé do pote na despensa sobre a CISTERNA na casa construída em LOTE de acentuado declive rumo beira do \'PANEMA. A galinha da semana e o peru de NATAL ficavam em chiqueiro ao redor da touceira de baneiras irrigadas c\'águas de banhos. A GATA parecia conspirar no afã de dominar a casa, achegando-se ao pai a cada dia. No quintal, o cachorro esperava cada domingo pra correr enquanto íamos á pé - avô, pai, e filho - ao sítio na ÁGUA FRIA à beira do \'PANEMA a montante, antes de PERNAMBUCO.

* VIVER é afinar o instrumento/ De dentro prá fora/ De fora prá dentro/ A toda hora, todo momento
* De dentro prá fora/ De fora prá dentro/ A toda HORA, todo momento/ De dentro prá fora/ De fora prá dentro
[ Serra do LUAR ] DE Walter Franco n\'álbum \'Outras Caras\' em 1997 COM Leila Pinheiro
_ www.vagalume.com.br/leila-pinheiro/serra-do-luar.html

   Comentários
 
João do Mato
terça, 11 de agosto - 19:37
Parabéns João TNA pelo texto. Um resumo perfeito da árvore genealógica que faz parte da história de Santana. E uma mensagem muito bonita em memória do seu tio Djalma. Um grande abraço.
 
Joao-TROÇA Bacurau da Rua NOVA
terça, 11 de agosto - 11:36
TEXTO dedicado a Seu DJALMA Agra -comerciante-, primogênito de Pedro AGRA e Da Jovita.\* DJALMA partiu à tardinha aos 93 d'IDADE na 6a passada, 07ago15 .\* Viajando em Pernambuco e PARAÍBA conheceu Dona IZÁ em Cajazeiras. Educaram 6 filhos e filhas. A Jovita e José, Sílvia e Djalma Fo, Rosângela e Alexandre, meus pêsames.\* Em 1935 Da JOVITA deixou 9 ÓRFÃOS. Os irmãos Fernando com Dona ANGELITA com Djalma, Haroldo, e Hylda; NEZINHO Ferrageiro -Manoel- ficou com Alberto e Albertina, Ana e Ma de Lourdes. \* As primas MARQUES Marina e Landelina, Julieta e Carmelita com CELSO engenheiro civil da PETROBRÁS (UFPe) depois com CLÓVIS em RECIFE;\* No CABURÉ em Carneiros VIRGÍLIO e Dona CHIQUINHA educaram Jugurta sucessor de NEZINHO na loja com Bartolomeu até hoje.\* Aos 11 d'IDADE fui acolhido por DJALMA e CLÓVIS na capital da Casa do COLEGIAL ("se no RECIFE tem"), embaixadores da República ATREVIDA de Santana na metrópole.\* CLÓVIS, irmão de ABDON Marques e Joel, de Manoel, Ceciliano e Judite.
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