PARA DEUS TUDO É POSSÍVEL- Santana do Ipanema - sexta, 24 de novembro de 2017

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player


  Informação
Assistência Social
Cultura
Curiosidades
Economia
Educação
Entrevistas
Esportes
Geral
Moda & Beleza
Opinião
Polícia
Política
Religião
Saúde
Sexualidade
Turismo
Vídeos
  Especiais
Canal do Sertão
Especiais de Domingo
  Serviço
Documentários
Eventos
Galeria de Fotos
Guia de Negócios
Literatura
Shows e Festas
  Interativo
Fale Conosco
Mural de Recados
Rádio Portal Maltanet
Webmail
 
03/07/2015 - 08h 24min
Opinião

Apesar de ontem e do que vivemos hoje, vamos lutar por um amanhã!

(Fotos: Imagem Ilustrativa)
Por Manoel Augusto de Azevedo Santos

O Sertão de Alagoas é um a região sempre traída, super traída e no melhor dos termos, subtraída. Isso tudo, graças ao engodo político que nos enternece, nos emudece e consequentemente nos empobrece. As realizações dos nossos sonhos, quando dificultosamente vêm acontecer, terão passados por tempos secos, cujos resultados raramente correspondem ao que se pretendia.

Uma região que teve sua colonização motivada pela capacidade produtiva do setor primário em toda sua plenitude, conforma-se com a sub existência, embora esta cada vez mais se torne mais e mais subtraída nos seus valores, nas suas potencialidades e até no contexto do seu moral,cada vez mais rebaixado.

Durante tantos anos vivemos e convivemos cada vez mais e mais sem anuência política. Falta-lhes - ?às chamadas lideranças?, vontade, coragem e na maioria delas competência para realizarem com seriedade e objetividade, o projetos sonhados e desejados pelas comunidades sertanejas. Os primeiros colonizadores foram os sustentáculos da economia macro regional. Enquanto no litoral e zona da mata se produzia açúcar, bebidas, tecidos e madeiras, para exportação, no Sertão se produzia cereais, algodão, carnes e laticínios, entre outros produtos.

Era o Sertão a base de apoio ao consumo das populações litorâneas.
Essa ação durou mais de cem anos. Hoje, em plena era moderna, passamos necessidades e temos dificuldade até em nossa sobrevivência. Dependemos dos favores daqueles que nos iludem e o fazem com frequência ainda hoje. Chegamos até a achar que é ?nos enganando que nos realizamos? !!! Como diz o ditado: ME ENGANA QUE EU GOSTO!!!

Por outro lado, a ?burocracia? contamina a nossa cultura e a faz denegri-la, rebaixando-a do seu sublime e natural pedestal, o que nos faz achar, pela inusitada capacidade produtiva e escassez de talento, que a gestão pública não passa de um processo BURROCRÁTICO, cujo poder que emana do povo (em cada eleição) é exercido em benefício daqueles que se dizem os seus representantes.

Se antes caminhava ?mos, hoje rastejamos com perda até da nossa memória histórica e cultural, cujos argumentos freqüentes são bestiais. Diz-se tratar-se de nova era moderna. Na verdade vivemos nas últimas décadas mudanças modernosas, cavernosas e horrorosas, até de comportamentos morais e éticos. Assim constatamos na decadência da economia regional, inteiramente dependente de favores, de ?doações? e de compensações daqueles que deram suor, lágrimas e até sangue, durante o tempo em que a sua ?vida era útil?, ao se aposentarem, são encostados, desprezados, desconsiderados e...esquecidos.

A Educação que no passado atendia a uns poucos, se mantinha com um certo grau de qualidade. Hoje, com a chamada universalização e abertura de cotas, tornou-se caótica. O Brasil se mantém entre os países de mais baixo índice de qualidade educacional e o nosso Estado é o de mais baixo nível entre os Estados brasileiros, cujos índices são mais rebaixados ainda em nosso município.

Quanto a saúde, vivemos uma dramática situação! Temos hospital, temos médicos, temos conversas e mais conversas, mais desculpas e mais desculpas, mas o atendimento é cada vez mais falho e deficiente, tornando o sofrimento da população algo rotineiro. Até quando? Porque? Como?

Quanto a segurança, temos que apelar para Deus! Nem em casa de muro alto estamos tranqüilos...Isto tudo somado a tantas outras loucuras artificiais e naturais, deixam nosso ambiente contaminado, deteriorado, inaceitável e empobrecido.

Quarenta e cinco por cento do que produzimos vai para o Governo, enquanto o Governo pouco produz para o povo e quando produz lhe impõe exigências, normas e condições que na verdade dificultam o dia a dia e impedem até o desenvolvimento econômico e social, na maioria das vezes. Segundo um dito popular, ?o Brasil e suas comunidades crescem a noite quando os políticos e gestores públicos dormem? !!! Mas nem por isso devemos nos acomodar.

Acordemos minha gente, caminhemos pra frente que atrás vem mais gente...

   Comentários
 
Joao-TROÇA Bacurau da Rua NOVA
sábado, 04 de julho - 00:32
MANOEL, ... és um FAZEDOR, e escreves BEM e SEMPRE CERTO às vezes por linhas embriagadas de PAIXÃO, essas coisas do SERTÃO nesta terra St'ANA d'ESCREVINHADORES de livros e LEITORES de TWITTER e SMSs terra NATAL do Rio pequeno do Rio 'PANEMA temporáriamente SÊCO desde o GOv M DAVI 2001-04 onde ... "HISTÓRIA e memória que começam no âmbito FAMILIAR e se propagam na medida em que, entre elos e ANELOS o fio da vida é cruzado com outros fios, formando a TEIA de renda que é a nossa vida: esse conjunto de fios que se entrecruzam para transformar o eu em nós ... [ Teia de renda ], Bené SEXTA 16mai15 _ www.suasnoticias.com.br/materia.asp?idmt=41095&idnot=1 ... AGORA sem a TEIA ... bilu bilu, TETÉIA! [ Bilu-TETÉIA ], M Celso _ www.vagalume.com.br/mauro-celso/bilu-teteia.html * Quando eu era CRIANÇA/ Mamãe dizia\ - Bilu bilu bilu bilu-tetéia\* Pegava eu no COLO/ Mostrava pra VIZINHA\- ... \* Que me segurava/ Dizia que GRACINHA\- ...
Nome *
E-mail *
* Campos obrigatórios  
Comentário:

 Caracteres restantes : 1000
CAPTCHA Image
Digite o código de segurança da imagem acima: Obter outra imagem
 
 
© 2001/2017 - Portal Maltanet - Todos os direitos reservados