Por
volta de 1870 só existia no local uma fazenda,
de propriedade de Francisco Casado de Melo. Além
da casa grande, encontravam-se, ainda, pequenos ranchos
de trabalhadores. Em 1877 a construção da
rede ferroviária chegou à região.
Seus dirigentes escolheram, ao que lhes parecia, o melhor
local para levantar o acampamento de seus operários.
Existiam muitos olhos d água espalhados pelas cercanias,
dai a origem do topônimo do município que
se conserva até hoje. Após a conclusão
da linha férrea e a própria estação,
o acampamento foi transferido para outro lugar mais distante.
Alguns trabalhadores, no entanto, apegaram-se à
terra e ali permaneceram. Nesta época já
existia inúmeras casas. Foi construída uma
capela e oferecida à São José, escolhido
como padroeiro. Quando da conclusão, em 1974, da
rodovia AL- 225, o povoado experimentou um novo surto
de progresso. Mais tarde, com a construção
da AL-220 foi proporcionado, ainda, melhores índices
de desenvolvimento. Foi através desse progresso
que seus habitantes iniciaram a luta pela emancipação
política do povoado. Despontaram como líderes
no empreendimento Elísio Maia, Aderval Tenório,
Vítor Gomes Barbosa, José Pereira Leite
e Pedro Gomes Pereira. Ela foi alcançada através
da Lei nº 2.459, de 22 de agosto de 1962, ocorrendo
a instalação oficial a 21 de setembro do
mesmo ano, com território desmembrado de Piranhas.
Fonte: Governo do Estado de Alagoas, site:
http://itec.al.gov.br/municípios.