Segundo
dados oficiais do Governo do Estado de Alagoas, o atual
município de Canapi teve origem de uma propriedade
denominada Cavalo Morto, pertencente a Cipriano Gomes
da Silva. A casa grande da fazenda situava-se onde hoje
se encontra edificada a sede municipal. Datam de 1948
os primeiros movimentos relacionados com a formação
de um núcleo habitacional naquele lugar. Quando
Cipriano Gomes da Silva chegou, já residia, um
pouco mais afastado do local, um outro morador, de nome
Joaquim Tetê, considerado como o verdadeiro pioneiro
na colonização de Canapí. Tanto é
que a Avenida principal da cidade leva seu nome. Também,
por volta de 1948, chegou a Canapí - topônimo
dado devido ao rio que passa próximo a sede - o
Sr. Luís Bastos, então funcionário
do DNOCS, o qual tinha a missão de construir uma
ponte sobre aquele rio, tendo em vista que os trabalhos
de implantação da BR-316 estavam próximos.
Com ele chegaram diversos trabalhadores e logo formou-se
um aglomerado urbano. Foram construídos vários
barracos e em pouco tempo o local apresentava aspecto
de um próspero povoado. Luís Bastos ficou
entusiasmado com a movimentação de Canapí
e implantou uma feira aos domingos. Esta despertou a atenção
de moradores da região e de lugares vizinhos. Mata
Grande, a quem pertencia o território, começou
a olhar com ciúme o progresso vertiginoso de Canapí.
Em 1956 foi edificada a primeira igreja do lugar, sendo
o mesmo templo que hoje serve como Matriz, pois, em 1976,
sofreu uma remodelação e ampliação.
O movimento de emancipação política
foi liderado por Eraldo Malta Brandão e Pompelio
Brandão de Alcântara. Sua autonomia administrativa
foi alcançada pela Lei nº 2.461, de 22 de
agosto de 1962, ocorrendo a instalação oficial
a 20 de novembro do mesmo ano, desmembrado do território
de Mata Grande.
Fonte: Governo do Estado de Alagoas, site:
http://itec.al.gov.br/municípios.
.