Santana do Ipanema - sexta, 18 de maio de 2012
  Informação
Assistência Social
Cultura
Curiosidades
Economia
Educação
Entrevistas
Esportes
Geral
Moda & Beleza
Opinião
Polícia
Política
Religião
Saúde
Sexualidade
Turismo
Vídeos
  Especiais
Canal do Sertão
Especiais de Domingo
Campeonato Alagoano 2011
Eleições 2010
  Serviço
Assinantes (Exclusivo)
Balcão de Oportunidades
Classificados (Novo)
Documentários
Eventos
Galeria de Fotos
Guia de Negócios
Literatura
Shows e Festas
  Interativo
Fale Conosco
Mural de Recados
Rádio Portal Maltanet
Webmail
Djalma Carvalho
Conheça o colunista Fale com o colunista
 

31/08/2006
VELHO MONUMENTO
 
Ninguém mais cantou tanto sua cidade natal quanto o fez José Pereira Monteiro, poeta de Santana do Ipanema, meu conterrâneo amigo. Foram quatro livros publicados, e agora surge o quinto, intitulado Velho Monumento, com a temática dos outros: saudades da santa terrinha.
Certa vez disse o poeta Carlos Drummond de Andrade: “Quando vim da minha terra, não vim, perdi-me no espaço, na ilusão de ter saído.”
Zé Monteiro, saudoso, nutre compulsiva paixão pela terra natal, inesgotável fonte de inspiração de sua obra poética.
Bonachão, fala mansa, hospitaleiro, contador de casos, revelou-se poeta já maduro, na outonal fase da vida.
Dele disse muita coisa em minhas crônicas publicadas em jornais e livros. Desde sua fazenda Boi Solto, lá no sertão alagoano, até o sítio Ouro Preto, aqui em Maceió. Naquele bucólico e acolhedor recanto, recebia amigos para a boa conversa, a saborosa buchada, o sarapatel e a esperta bicada com tira-gosto de caju, sob o olhar ingênuo do fiel empregado Dió. Aqui, também costuma receber velhos amigos, conterrâneos e consócios da Academia Maceioense de Letras para lauto almoço e deliciosa sobremesa, sob os cuidados e zelo da esposa Laura. Lá, o caso engraçado contado; cá, o montão de versos recitados.
Dele disse tudo. Não esqueci sua passagem pelo Lions Clube de Santana do Ipanema, como sócio fundador e diretor-animador, a arrancar risadas dos mais sérios convidados e a quebrar o protocolo de festivas e solenes assembléias.
Restava-me dizer que Zé Monteiro acaba de ser premiado em concurso literário promovido pela Associação Alagoana de Imprensa (AAI), com o poema cujo nome dá título a este livro.
O nobre bairro de Santana do Ipanema mereceu o título do livro, como se o menino levado de ontem e o poeta de hoje quisesse redimir-se agora das diabruras ali praticadas. A capela do Monumento – capa do livro –, inaugurada em 1° de janeiro de 1901, foi construída como marco histórico do início do século XX.
Reviver o passado é viver novamente as mesmas emoções. Tudo no livro são recordações de enternecer o coração do leitor, sobretudo do santanense contemporâneo de Zé Monteiro. Recordações de um passado distante, cheio de beleza, ainda muito presente em sua memória.
Ler os poemas e as historinhas do livro é o mesmo que empreender nostálgica viagem ao passado de Santana do Ipanema e conhecer figuras interessantes ou gente simples que o autor resgatou e homenageou em boa hora. Pessoas que, esquecidas no tempo, também contribuíram, de uma forma ou de outra, para que fosse escrita a história do lugar.
Que dizer mais? Que leiam o livro.

Maceió, julho de 2006.




Últimas publicações
- AS GARÇAS DO BITURI
- A FRUSTRAÇÃO DE MARCOS CABROBA
- ODONTOLOGIA EM ALAGOAS E SUAS HISTÓRIAS
Colunistas
Antonio Machado
JURANDI, UM POETA ESCREVENDO SOBRE OUTRO POETA, EFIGÊNIO MOURA
Archimedes Marques
O médico e o gangaceiro?
Augusto Ferreira
Solidariedade começa com pequenos gestos
Carlindo de Lira
INTERIORIZAÇÃO versus METROPOLIZAÇÃO
Carlito Lima
SOCORRINHO
Cicero de Souza Sobrinho (Prof. Juca)
istudá? Primêra parti
Clerisvaldo B. Chagas
IPANEMA UM RIO MACHO
Djalma Carvalho
AS GARÇAS DO BITURI
Fábio Campos
MACACOS ME MORDAM!
João do Mato
Pesquisa sobre o sorgo em Santana do Ipanema
José Antônio (Toninho)
Cirurgiões-dentistas ganham autorização para solicitar exames complementares
José Avelar Alécio
José Malta Neto
VIOLA MINHA VIOLA
José Vaneir Soares Vieira
MUDA-SE O NOME, MAS O SALÁRIO É O MESMO
Luciene Amaral da Silva
QUANTA EMOÇÃO!
Manoel Augusto
Maria Lúcia Nobre dos Santos
Paiva Netto
Mães, Lei Áurea e saúde
Rogivaldo Chagas
JUVENTUDE E EMPREGO
Sibele Arroxellas
Lembranças....

Últimas Atualizações
MUDA-SE O NOME, MAS O SALÁRIO É O MESMO
MACACOS ME MORDAM!
Mães, Lei Áurea e saúde
 
© 2001/2012 - Portal Maltanet - Todos os direitos reservados