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15/05/2017
CINCO ANOS DA APOL
 
CINCO ANOS DA APOL
Antonio Machado

Os registros dos fatos importantes devem ser feitos no presente, para que os próceres da história conheçam nosso passado. Lê-se nos mosaicos da história que os homens, desde as cavernas aos da internet, são seres essencialmente sociáveis, pois entenderam que, na união, está à força do progresso e, e foi nesse parâmetro que tive, modestamente, o ideal de criar um órgão, que viesse aglutinar um grupo de pessoas, notadamente, os aposentados. Ser aposentado não é sinônimo de inutilidade, mas de atividade, exceto no Brasil, que, quando a pessoa se aposenta, torna-se objeto descartável, como cana chupada, é bagaço, mormente para àqueles que detém poder de mando. Quanta ironia, meu Deus! Ah! Prezado leitor, como seria bom que os aposentados, com seus salários não precisassem mais trabalhar! Porém, os magros proventos dos aposentados, estão ainda dependendo de uma série de normas, que carecem ser aprimoradas e agora, pasmem, querem e vão conseguir, os senhores congressistas modificarem as regras com outras esdruxulas, e quem paga tudo isto? Claro, que é o trabalhador, a classe dos “ricobelos” (que são ricos, mas não belos), não serão atingidas, criaram até um neologismo, os “imexíveis”, os aposentados só são convidados para as festas, para baterem palmas... O príncipe dos poetas brasileiros, Olavo Bilac (1865/1918), autor do hino da independência do Brasil (07/09/1822), tem em seu preâmbulo: “já podeis da pátria filho,/ver contente a mãe gentil/ já raiou a liberdade/ no horizonte do Brasil”. Será?
“Ah! Seria tão diferente”, como cantou a voz quente do Brasil, Núbia Lafaiete (1937-2007).
Então, amigo leitor, numa noite cálida de 11 de abril de 2015, na Casa da Cultura de Olho d’Água das Flores, reuniu-se meia dúzia de aposentados sem graça, mas com o mesmo ideal, após três tentativas frustradas, foi fundada naquele dia a Associação dos aposentados olhodaguenses (APOL.). Colly Flores, poeta sem métrica, escreveu: “o sucesso das coisas é sempre fruto da teimosia”. E assim cinco anos se passaram e a APOL, outrora acanhada e no anonimato cresceu e deu frutos sazonados, pois tem por objetivo levar alegria e contentamento aos seus membros, traduzidas em passeios, festas como São João, dia das mães, aniversários dos sócios, palestras, enfim, procurando incutir nos sócios uma vida saudável para não se morrer de tristeza. No último 13 de abril, a APOL escolheu sua nova diretoria para o biênio 2017/2018, tendo como novo presidente recaído sobre a professora Maria Helena Melo dos Santos Silva e o vice, o vereador e professor Silvio José Farias Silva, que festivamente comemoraram com um laudo jantar numa churrascaria da cidade com seus associados e convidados numa noite memorável, que passou para anais de sua história, e assim vai conquistando novos espaços, sabe-se, entretanto, que as dificuldades sempre permearam os caminhos dos que lutam pelo bem comum, mas não são instransponíveis, carece contudo, de coragem e determinação, para que os fracassos que surgem sejam transformados em flores para perlustrarem o caminho da APOL. Parabéns!


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