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30/01/2012
 
ANTONIO MACHADO

Os historiadores mais afoitos e os lulistas aloprados, chama o período militar de anos de chumbo, sem ser analista nem teórico, atenho-me nos fatos e notícias que fazem o dia a dia dos brasileiros desta terra do brado retumbante. Nos anais da historia, tinha-se realmente uma inflação galopante e assustadora, o país viveu e conviveu com essa situação degradante, o ex- Presidente Collor encerrou o período da ditadura militar, banindo as disciplinas educação moral e cívica e organização social e política brasileira,OSPB., das escolas, dizem os “dilmistas” que essas disciplinas eram só para exaltarem os feitos dos presidentes militares, quando o presidente Collor igualou o famigerado salário mínimo, causou um impacto grande na estrutura econômica do país, ao tempo em que ele abria as portas às nações amigas como fez D. João VI nos “patrazmente” da historia, e hoje não mais existem salários regionais, mas um salário unificado, mesmo magro que não corresponde as necessidades dos aposentados mas diz o poeta Colly Flores, que enquanto o salário mínimo, for mínimo, nunca chegará ao máximo. O governo alardeia a boca miúda que a inflação está controlada, e em vista de ser um assunto muito midiático atingindo todas as camadas, o povão até que acredita, mas que na realidade, sorrateiramente, a inflação está crescendo a passos largos e afetando a economia já tão vilipendiado, e sobretudo da classe pobre. Os assalariados do mínimo, instituído por Getúlio Vargas no limiar de 1930, esses todos os anos teem seu aumento já assegurado, porém aqueles que ganham acima do mínimo, são os esquecidos, isto há anos, em 2012, a presidente já anunciou em alto e bom som, que não existe aumente para essa classe, porque as verbas são inconsistentes para esse fim, manda que pode, pois de nada valem os apelos do Senador Paulo Pain-pt. e seu companheiros que vêem há nos tentando revertes esse quadro tão doloroso. A inflação e deflação sempre conviveu neste pais, porem sempre tiveram uma distancia muito grande uma da entra, haja vista serem antagônicas. No período militar a inflação era galopante, mas havia dois aumentos por ano, que eram engolidos pela violenta inflação, sendo uma de suas marcas negras que ficou na historia, e que se espera não se repetir.
Os artífices da inflação estão às soltas e não adianta querer apaniguar que ela está controlada, fazê-lo diferente e uma farsa, convive-se com esses dois elementos na sociedade e dada essa convivência parece até que se aceita passivamente, Plínio sentenciava que “as almas habituadas a sofrer, teem paciência infinita”. Dizem os aloprados que o poder de compra do pobre aumentou, pergunto em que? O que existe é uma pobreza acomodada como a sofrer de latergia sentindo os efeitos das famosas medida provisórias, criadoras das bolsas para enrolar o pobre, e ele, latergicamente, mais pobre, como a camuflar suas causas e efeitos, e tudo isto leva a “santa Dilma” a procrastinar um pais sem miséria, meu Deus, quanta ironia, isto é eterna utopia, como dizia Tomas Mourus, sabiamente, parodiando Abraão Lincon, Dom Fernando Iório, santo e piedoso bispo escreveu: “quem se alimenta com a miséria do povo, e não faz o povo sonhar a certeza da vitória, não passa de um intelectual falido”. Não é ser pessimista, mas raciocinar com os pés calçados na realidade da história deste país, que jamais será uma nação, onde todos tenham tudo.


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